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19
Fev18

E puff... fez-se o melhor look! #56

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E este vestido que veio de Milão, ãh, ãh??? Pois é! Veio de Milão, mas bem podia ter vindo ali do Arrábida Shopping. Eu não vos minto, boas amigas. Este verde lindão é da H&M e na verdade é uma camisola. Mas como eu pertenço ao clube mini (não, não é o dos carros, mas gostava...!), e comprei o tamanho L, ele faz o efeito assim de vestido descontraído, bem do tipo "ah, vesti isto porque não encontrei nada melhor de manhã, estou normalzinha...". Mas na verdade ele é um estrondo. A cor (a minha melhor amiga diz que pareço uma alface, OMG), a malha e aquela forma como assenta e nos dá a sensação de estar em roupa de casa. Foi um amor que começou difícil lá para os lados de Itália, porque o danado não queria colaborar e caber na mala, mas levei-lhe a melhor e agora acho que vamos ser muito felizes. Todas as outras peças não são novidade e só completam o #ootd.

Por esses lados, aprovam a alface? :)

 

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17
Fev18

Diário de uma viagem: Milão em 3 dias!

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Quem me segue pelas redes sociais como o Instagram e o Facebook já sabe que aproveitei as mini-férias do carnaval para viajar até Milão. Até Milão e assim com um saltinho a Veneza, mas disso falaremos noutro post. 

A escolha da cidade não foi assim óbvia, mas não dececionou. O facto de saber que Milão é uma cidade cheia de arquitetura interessante também deu um empurrãozinho à decisão.  

Creio que Milão tenha imensassss coisas para ver, mas os três dias que passei na cidade foram suficientes para um primeiro roteiro - aquele dos monumentos que aparecem nos mapas e que não queremos deixar de fotografar para a posteridade. No entanto, sempre que visito uma cidade também me gosto de perder pelo que vai para lá do postal turístico. Por outras ruas - e outros prédios. E pelas pessoas, sobretudo pelas pessoas. E foi aqui que Milão me impressionou mais. Grandes avenidas, lojas luxuosas, pessoas extremamente elegantes e bem vestidas (a propósito, não há pessoas gordas em Milão, sabiam?!); e do outro lado, ali assim mesmo encostado - como quem chama por pertencer à realidade - muitos, M-U-I-T-O-S sem abrigo. Pessoas muito jovens, muitas delas, a quem a vida deu uma sapatada cedo demais. Muitos com verdadeiras 'casas' montadas onde o frio não entra tanto. Muitos com cães e gatos como companhia. Muitos que já nem pediam. Só estavam ali. Como que a lembrar-nos que nem só de grandes avenidas se fazem grandes cidades. E isso fez-me muita confusão. Muita. Já tinha estado em outras cidades onde isso acontece (até no Porto acontece), mas não assim. Pelo menos não que me tivesse tocado tanto. 

Mas adiante - foi só para deixar a nota de que Milão é uma cidade de contraste e que não devemos ir à espera de encontrar só uma capital da moda. É mais do que isso.

Quanto à gastronomia, Milão é exatamente o que se espera encontrar. Boas pizzas, boas massas e boa gastronomia local. No entanto, nada como comer cá por Portugal, não é mesmo?

Quanto às temperaturas, fiz uma mala a pensar em morrer congelada, porque me diziam que a cidade era muito fria, mas não foi o que achei. Tivemos quase sempre sol e as temperaturas não foram muito diferentes das do Porto. Um bom sobretudo e umas luvas resolveram a questão. No entanto, acredito que com chuva seja mais chato.

De modo geral, a minha visita rápida a Milão foi isto. Os sítios que visitei estão um pouco pelas fotografias e sobre eles não há muito a dizer. Gostava de ter trazido fotografias do topo dos terraços do Duomo, mas depois de pagar o bilhete e subir a primeira imensidão de escadas, as minhas vertigens falaram mais alto e não consegui subir o resto. Talvez fique para uma próxima. 

Para um próximo post fica também Veneza e ainda os segredos que levei comigo na mala e que foram os grandes aliados destes dias. Até lá. :)

 

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14
Fev18

Afinal, amanhã é dia 15 na mesma... mas espero ainda ir a tempo de vos desejar Feliz S. Valentim!

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Este ano guardei-me para o final do dia para falar do tema (não, não pensem que estava esquecido). E podia dizer-vos que foi porque estive tão ocupada em comemorações que não deu tempo. Mas não, não estive. Só me quis guardar para tarde para ter a certeza de que não ia dizer nada que não fosse verdade - não fosse este ano o pessoal decidir contrariar-me e não embarcar em jantarzinhos, velinhas e peluchezinhos (yes, vocês sabem que a grande maioria é assim mesmo que comemora o special 14 de fevereiro). 

Não, também não tenho nada contra a data (se é isso que já estão a pensar). Apoio todos os incentivos ao amor, todos!, mas não sou uma aficionada e nem costumo preocupar-me muito em celebrá-la. Simplesmente porque acredito que o amor é mais ou menos como o Natal - celebra-se quando um homem (e uma mulher, ou dois homens, ou duas mulheres) quiserem. Sem datas, sem horas marcadas, sem filas em restaurantes, sem velas e corações vermelhos. Porque as prendas fazem mais sentido (e sabem melhor) quando não se esperam. Quando foram pensadas espontaneamente e não impingidas por campanhas espalhadas um bocadinho em todo o lado. Porque gosto de fazer amor quando tenho (temos!) vontade e não quando sei que, mais ou menos à mesma hora, ali entre as 21h e as 22h, está mais de meio mundo a fazê-lo - porque hoje tem que ser, porque hoje temos que ter a depilação em dia, temos que vestir a melhor lingerie, temos que ler o kamasutra... para agradar, tudo para agradar. 

Ainda assim, não pensem que não comemorei a data. Comemorei sim. Repetindo, com o mesmo amor (ou com sempre mais um bocadinho), o que faço todos os dias. O mesmo beijo de bom dia. O mesmo pequeno almoço. O mesmo olhar de esguelha quando me irrita. O mesmo 'fizeste o que te pedi?". A mesma resposta. O mesmo chegar a casa e dividir o sofá. O mesmo fazer-lhe o jantar (porque até nos apetecia jantar fora, mas dispensamos bem a confusão). O mesmo cafuné ao fim do dia. O mesmo pijama, o mesmo cabelo desgrenhado e cara lavada. A mesma sensação de, ainda assim, ser a mulher mais bonita do mundo. O mesmo abraço. O mesmo amor.

Porque amanhã, afinal, é dia 15 na mesma. E o amor, esse, não acaba à meia noite. Senão seria um conto de fadas. E não é. Não tem de ser. É só amor.

07
Fev18

E onde é que está o melhor gelado, onde? Eu descobri!!!

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São os melhores gelados que já provei. No Porto e fora dele. Só não vos digo que são os melhores do Porto, porque como não provei todos, todos, podia estar a ser injusta. Mas tenho quase a certeza que se não forem, estão muitooo perto disso.

É, eu sou daquelas a quem um gelado (sobretudo acompanhado com crepe) sabe sempre bem, seja inverno ou verão. E, numa hora de desejos por estes gostos gastronómicos, encontrei, através dessa aplicação milagrosa que é o facebook, a 1927 - Gelataria Portuense. Dizia-se por lá que era do outro mundo. Que os gelados eram divinais, o espaço, o atendimento... e não é que é verdade?

Escondida no número 136 da Rua do Bomjardim, a Gelataria Portuense encanta assim que se põe um pézinho lá dentro. Um espaço bonito, não muito grande, acolhedor, mas ligeiramente frio (afinal ali também não se fazem assados não é?). Um atendimento para lá de simpático (como é bom costume no Porto) e muito atencioso. A carta, essa, também ela original: propostas 'fixas' e sabores que vão mudando ao sabor da época do ano e dos seus produtos. 

Mas e então o que faz deste o melhor gelado? A textura. É sobretudo a textura. O sabor é divinal (e olhem que ainda provei alguns), mas a textura, a forma como se desfaz na boca, como deixa aquela sensação de querer sempre mais é o que o distingue. 

A nossa escolha foi para um crepe com uma bolinha de gelado. Perdão, na Gelataria Portuense não há bolinhas. O gelado é servido - e bem! - 'à toa', numa bola descontraída, que lhe confere o ar artesanal que merece e ao qual faz juz. 

Quanto às fotografias, foram as possíveis. Porque aqui é mais lógico perder-se tempo a saborear do que a clicar. Fica a morada, a página de Facebook e de Instagram, para que agendem uma visita o quanto antes. Não se vão arrepender.

 

1927 - Gelataria Portuense

Rua do Bomjardim, nº136 - Porto

https://www.facebook.com/gelatariaportuense/

https://www.instagram.com/gelatariaportuense/

 

 

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31
Jan18

Ainda faz frio... e ainda há #saldos!

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 Apesar das novas coleções já estarem aí a acenar de todos os lados, assim como quem chama pelo calor, a verdade é que o frio ainda está aí para ficar. E os saldos também. O que já é uma boa notícia.

Hoje trago-vos cinco looks (ainda) de frio, só com peças de saldinhos a preços tão apetecíveis. Quero saber qual é o vosso preferido, combinado?

 

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