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Em Saltos Altos

31
Dez16

Superstições de ano novo... ou mais vale não arriscar

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Não que eu seja supersticiosa, mas sou daquelas que acha que mais vale não arriscar. Não há nada que prove que seguir uma série de rituais (trabalhosos, por sinal) traz sorte no novo ano; mas também não há nada que prove o seu contrário. E por isso eu, rapariga prevenida e precavida, acho que mais vale não arriscar, não vá o diabo tece-las. 

Não sigo à risca um plano de superstições detalhado, que me ocuparia tempo precioso que posso gastar a divertir-me; mas há uma coisa ou outra que não dispenso e que, melhor ou pior, cumpro todos os anos.

Este ano, na esperança de fazer de 2017 um ano à grande, fiz uma recolha das superstições mais usadas no nosso país (ou pelo menos pelos meus queridíssimos amigos). Ora vamos lá a isto, a ver se não me esqueço de nada mais logo:

- Vestir uma peça de roupa interior azul, que atrai sorte (Se o vestidinho assim o permitir. Que isto é tudo muito bonito, mas andar a mostrar ao mundo a minha lingerie não é coisa que me agrade)

- Vestir uma peça de roupa nova, que traz novidades e alegrias (Parece-me sempre uma boa ideia. Seja ano novo ou não. Nós queremos é roupa nova)

- Vestir branco, na esperança de que seja um ano de paz (Vamos lá ver se a gente se entende... ou bem que é azul por dentro ou branco por fora, que não estou a ver como vou compatibilizar isto)

- Pôr lençóis novos na cama, sobretudo para casais recém casados, promete um ano feliz no amor (Ora, sem problema neste ponto. Não há cá casal nenhum, por isso posso deixar os meus lençóis sossegados. Check!)

- Saltar só com o pé direito, à meia noite, três vezes, garante uma entrada em grande no ano novo (Caso ainda se tenha bebido pouco, parece-me bem que se salte as vezes que forem precisas por descargo de consciência. Caso contrário o melhor é estarem quietinhos e evitarem um belo trambulhão logo à entrada do ano)

- Fazer barulho com tachos e panelas, para afugentar os maus espíritos (Ora está muito bem, se for no meio da rua e longe de vizinhos rabugentos. Isto claro se quiserem evitar logo uns problemazinhos. Ah e se passarem as vossas entradas num sítio para lá de chique, por favor também não se ponham lá de tacho na mão)

- Colocar uma nota nova no bolso, e quanto maior o seu valor maior maior a sorte que atrai (Ora toca tudo a ir levantar as notas de 500 se faz favor, que com estas coisas das finanças não se brinca, sim?)

- Comer doze uvas passas e em cada uma delas pedir um desejo (Ora se forem todos apreciadores desta iguaria como eu o melhor é comerem-nas tipo comprimido e pedirem os desejos todos de uma assentada)

- Saltar para cima de um banco ou de uma cadeira atrai a possibilidade de subir na vida (Aqui aplica-se mais ou menos a mesma regra que para os saltos. Depende da quantidade de álcool ingerida)

- Não ingerir carne de aves na última refeição do ano, para evitar que a felicidade voe para longe (Por acaso cá em casa come-se bacalhau. Mas assim só por acaso, mesmo!)

Pronto, agora não arranjem desculpas para não entrarem em condições em 2017! Já vos dei as dicas todas e ainda têm a tarde para tratar de tudo! Amanhã contem-me como correu e, por favor, não caiam nem se aleijem! 

 

30
Dez16

Arre, sou mesmo eu?

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1 ano. Mais coisa menos coisa. 1 ano é o tempo que separa estas fotografias. E, arre, sou mesmo eu? Sou. Contra factos não há argumentos: é a Ana Leitão. Mas talvez numa versão 2.0.

Mais uma vez este post nasce do desafio de um amigo - daqueles de coração, que provaram que o que é verdadeiro vale sempre a pena. Disse-me ele que eu, e quem me segue, devia ver o meu antes e o depois. E cá está ele. E sabem que mais? Nem eu tinha noção que as mudanças e as transformações tinham sido de tal ordem.  

Não se trata só da cor de cabelo, do peso ou da roupa. Trata-se da atitude, do sorriso, da liberdade e do brilho no olhar. Dessas coisas que as pessoas têm passado os últimos meses a dizer-me que mudaram em mim e que eu, uma e outra vez, ia achando que era tudo para me fazerem sentir melhor. Mas não era nada, porra! É verdade. 

E sabem ainda que mais? Estou orgulhosa de mim mesma. Muito! Que se dane se vão achar que é auto confiança a mais ou se roça o narcisismo. Eu gosto de mim. Gosto mesmo. Desta minha versão. Gosto da Ana em que me tornei. Que trabalhei - e trabalho - todos os dias para conseguir. Do sorriso sincero e desse brilho - de que me falam tanto - que agora trago no olhar.

Segredos? Não os tenho. Nem fórmulas, nem nada que se pareça. As mudanças, quando acontecem na nossa vida, vêm de dentro. Do coração. E acontecem quase como se não déssemos por elas. São fruto dessa capacidade constante que o ser humano tem sempre de voltar a acreditar e voltar a amar. São, tantas as vezes, o resultado de um quase bater no fundo que nos mostra que estávamos a ir pelo caminho errado para tentar chegar ao destino certo.

Agora? Agora não sei, ainda, qual é o destino. Mas vale-me, todos os dias, a certeza de que o caminho é o mais certo. E que não podia ter escolhido outro. E que estou onde sempre quis estar. E que sou eu, assim, completa. Um ano depois. 

 

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1 year. More or less. 1 year is the time that separates these photos. And, damn, is it really me? Yes, it is. Against facts there are no arguments: it is Ana Leitão. But maybe in version 2.0. Again this post is born of the challenge of a friend - those of heart, who proved that what is true is always worth it. He told me that I, and whoever follows me, should see mine before and after. And here it is. And you know what? Nor was I aware that the changes and transformations had been such. It's not just about the hair color, weight or clothing. It’s the attitude, the smile, the freedom and the brightness in the eyes. These things that people have spent the last few months telling me that they have changed in me and that I, again and again, thought it was all to make me feel better. But it was not, damn it! It is true. And you know what else? I'm proud of myself. So much! And damn if they will think that it is more self confidence or if it’s narcizism. I like myself. I really do. This is my version. I like the Ana I became. That I worked - and I work - every day. Of the sincere smile and the brightness - of which they tell me so much - that I now bring into my eyes. Secrets? I do not have them. Neither formulas, nor anything that looks like it. Changes, when they happen in our life, come from within. From heart. And they happen almost as if we do not give for them. They are the fruit of this constant capacity that the human being always has to come back to believe and return to love. They are, so often, the result of an almost knocking on the bottom that shows us that we were going the wrong way to try to get to the right destination.

Now? Now I do not know, yet, what is destiny. But it's worth every day that the road is the right one. And that I couldn’t have chosen another. And that I'm where I've always wanted to be. And that's me, so, complete.

 One year later.

 

29
Dez16

"2016 foi O teu ano, Ana!"

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Hoje, enquanto eu alinhava nas tarefas do dia este texto, a minha melhor amiga disse-me, com a sinceridade e a frontalidade que convém aos melhores amigos: já reparaste bem que 2016 foi O teu ano? E foi mesmo. Como ela tem razão – tem sempre, aliás.

2016 foi O ano. O ano das mudanças, dos recomeços e dos – tantos – sorrisos. Há um ano atrás estava longe de imaginar a reviravolta que a minha vida estava prestes a dar. Mas, se para chegar onde estou hoje, tinha de passar por tudo o que passei, então eu voltava a - querer - viver tudo de novo.

E onde estou hoje? Agora que penso nisso: estou onde sempre quis – e devia – ter estado. Estou no Porto – a cidade do meu coração -, a estudar Arquitetura – o curso dos meus sonhos de sempre -, a morar sozinha – ou melhor, com o meu gato, amor da minha vida, e a ser, finalmente, eu de verdade.

Sempre acreditei que tudo o que nos acontece, acontece na altura determinada e por alguma razão. Hoje sei-o melhor ainda e com uma certeza mais vincada.

A maior mudança de 2016 foi, de certeza, ter ido finalmente atrás do meu sonho. Medos ao lado, que atrapalham sempre a coragem, lancei-me de novo às matemáticas, às geometrias e aos desenhos e puff... estava matriculada em ARQUITETURA, na Universidade do Porto. Como sempre sonhei. Mas como temia na mesma medida. Finalmente, a vontade sobrepôs-se ao medo e cá estou eu. Aos 24 anos, já com um canudo na mão, a provar a mim mesma, todos os dias, que nunca é tarde para nada. Se deu medo? Deu tanto. Mas a alegria de se fazer todos os dias aquilo que se gosta não tem preço.

Esta mudança trouxe, inevitavelmente, outra. E, aos 24 anos, cá estou eu também a saborear a experiência de viver completamente sozinha pela primeira vez. Logo agora que eu estava a precisar tanto de me encontrar comigo mesma. E encontrei. Aliás, ainda encontro, todos os dias, quando chego a casa e me sento a conversar comigo. E com o meu gato. Esse ser adorável que tem sido a minha companhia constante e a quem adoro cada dia mais.

Fisicamente, 2016 foi também O ano. Assumi, já o ano ia a mais de meio, um compromisso saudável. Ainda passou pouco tempo, mas – pelo menos para mim – as diferenças já são evidentes. Contudo, essas diferenças não se devem só a uns quilinhos a menos. F-I-N-A-L-M-E-N-T-E fiz-me uma mulher, enchi-me de coragem e fiquei loira. Eu, logo eu, que sempre fui morena e tão pouco de arriscar no meu cabelo. Mas o bichinho estava cá há muito – reprimido – e cheio de vontade. E pronto, aos poucos e poucos, para garantir a minha saúde capilar, lá fui aclarando cada dia mais. Até hoje, a este tom (quase, quase) platinado, mas tal e qual como desejei. As opiniões, essas, têm sido as mais favoráveis. Talvez porque, quando uma mulher se sente, verdadeira e interiormente feliz, os outros também a vêem assim.

E sim, 2016 também foi O ano das mudanças interiores. E que mudanças. Se há certeza que 2016 me trouxe foi que o amor não se esgota em todas as formas que eu achava que conhecia dele. Afinal, eu sabia tão pouco sobre o que era amar. E agora aprendi-o, finalmente. À força, à bruta, com dores. Mas aprendi. E, hoje, sei que o amor é muito mais do que ter (-lo). O amor é sobre nós mesmos. E sobre o que alguém nos completa para além de nós, e nos acrescenta. E não sobre o que nos tira. O amor, em si mesmo, não se esgota na relação monogâmica perfeita e no casamento e no para sempre. O amor vem de dentro. Do que somos e do que queremos ser com alguém. E, hoje, sei que quem quiser, um dia, juntar-se a mim terá de fazê-lo de coração aberto ao mundo, com a capacidade tão grande de amar que só a liberdade e a escolha de ficar podem trazer.

Por isso, com 2017 aí à porta, só me resta agradecer a 2016 por todas as oportunidades que me deu de ser quem sou agora. De me ter tornado neste eu tão mais genuíno e de quem gosto tão mais. Acredito que chega sempre uma hora na nossa vida em que nos encontramos verdadeiramente, e essa hora já chegou para mim. Talvez porque eu também tenha ido um bocadinho atrás dela. Ou porque simplesmente tenha aceitado, pacificamente, a oportunidade que me foi dada.

Que 2017 seja, agora, o desfrutar desta nova fase maravilhosa e que nele haja espaço para a realização de muitos dos sonhos e ambições que ainda tenho. Que seja recheado de saúde – que sem ela nada mais interessa, e em 2016 também não faltou –, de amigos, de família e de amor – sob todas as formas. Que eu continue loira, mais perto de vir a ser arquiteta e cada vez mais feliz. Que hajam muitos sorrisos. E muitos recomeços. Que é disso que é feita a vida. 

26
Dez16

Então e o que vão vestir para 2017? #1

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Agora que já enfardaram os doces todos de Natal (e, portanto, já têm esse corpinho nos devidos termos) está na hora de pensar na roupinha para receber 2017.

Cá na minha modesta opinião: festa é festa. O que pode ser traduzido em: noite de passagem de ano pode tudo. Por isso, vale muitos brilhos, muitas jóias, muitos saltos, muitos vestidos... muito tudo! Mas não pareçam umas árvores de Natal, sim? Que essa quadra já lá ficou.

Hoje trago-vos três sugestões, para irem pensando e ficando inspiradas. Que vos parece? 

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Now that you’re filled up with all the Christmas sweets (and, therefore, you already have that little body in due time) it's time to think about the outfit to receive 2017.

Here in my modest opinion: party is party. What can be translated into: New Year's Eve can do it all. So it's worth a lot of sparkles, lots of jewelry, lots of heels, lots of dresses ... everything! But don’t look like Christmas trees, okay? Because Christmas has already passed.

Today I bring you three suggestions, to go thinking and getting inspired. What do you think? 

 

 

 

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19
Dez16

Ano novo, rubricas novas!

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Ah pois é, meus amores! 2017 está aí à porta e aqui pelo blog leva-se à risca a máxima de que em ano novo, vida nova. Vá, rubricas novas, para ser mais precisa.

É mesmo! Vamos ter, para além das já habituais, umas outras novidades a publicar semanalmente. Como quero que estejam sempre em cima das últimas, levanto a pontinha do véu, que é como quem diz o nome e os dias em que podem ler cada uma das rubricas. O resto deixo para descobrir assim que começar a publicar por aqui.

Curiosas? Espero que sim. Porque eu estou muitoooooo ansiosa! 

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Oh yeah, my loves! 2017 is there at the door and here by the blog is taken to the letter the maximum of that in new year, new life. So, new rubrics, to be more precise.

Really! We’ll have, besides the usual ones, other news to be published weekly. Since I want you always to be on top of the last, I’ll tell some of it, which is like who says the name and the days in which you can read each of the rubrics. The rest I leave you to find out as soon as I start publishing here.

Curious? Hope so. Because I'm soooooo anxious!

 

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Todas as quintas-feiras aqui no estaminé! 

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 Todas as sextas no mesmo estaminé!

 

 

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