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Em Saltos Altos

29
Mar17

Uma prenda tão TOUS!

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01_TOUS_PT_mixmatch_desktop_1200w.jpgJá sabem que eu não quero que vos falte nada, amores! Por isso, achei que seria muito egoísta e injusto da minha parte não partilhar com o mundo esta tão tentadora oferta que a TOUS tem aí para nós.

Até ao próximo dia 15 de Abril, na compra de um fio e dois pendentes da nova coleção a TOUS oferece outro fio, numa cor à nossa escolha. Maravilhoso ficar logo com quatro ou mais conjuntos à nossa escolha, certo? Escusado será dizer que a coleção tem cores maravilhosas e que está linda de morrer. Acreditem em mim que já a fui namorar que dá vontade de trazer tudo, tudinho mesmo para casa. Eu já trouxe a minha pecinha de eleição, mas isso mostro-vos num próximo post! 

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25
Mar17

E puff... fez-se o melhor look! #28

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O look desta vez é especial. É de festa, como eu gosto. A ocasião: a IV Gala de Finalistas do IPV. Não, não sou finalista (já foi tempo), mas fui como acompanhante da minha afilhada académica.

Sabia que o dress code exigia vestido longo e apropriado a um evento à noite. Equacionei algumas possibilidades, mas no final decidi-me por esta opção bem simples onde só a mala era a estrela do look. Acredito cada vez mais na velha máxima de que com um vestido preto nunca me comprometo. Até porque esta clutch maravilhosa foi comprada bem

por impulso no verão passado e ainda  não tinha surgido a oportunidade certa para brilhar. Ora, decidi arranjar-lhe o vestido ideal e dar-lhe o lugar que merece. É linda não é? 

Quanto ao resto, uns acessórios discretos em dourado, umas sandálias no mesmo tom e o cabelo super simples e solto (quem me conhece sabe que sou muito exigente mas muito simplista com o meu cabelo, por isso penteei-me eu mesmo e até que gostei do resultado final). A make up é responsabilidade da querida Maria Batom, que fez um trabalho extraordinário e que eu adorei. E vocês? Aprovado? 😊

 

 

 

20
Mar17

E se tiveres conhecido o amor da tua vida no Tinder? | #segundoelas

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E então se tiveres conhecido, ou vieres a conhecer, o amor da tua vida no Tinder, qual é o problema? Também não fazes compras no site online da Zara? A tua mãe não fazia e também não conheceu o teu pai no Tinder. Mas provavelmente também não trocaram SMS’s, MMS’s, Snaps nem fizeram FaceTime. Se passamos a vida a dizer que é preciso “acompanhar os tempos” e perceber que “só a evolução nos empurra para a frente”, porque insistimos em não fazê-lo nunca com o amor? E não, este não é um problema exclusivamente feminino. Os homens também tendem a achar que o amor não se mistura com as redes sociais. O vulgo “comilanço” mistura-se (e muito!), mas o amor, ah esse, esse não. O amor, essa coisa idílica (e complicada) tem sempre que nascer num cenário mais ou menos convencional, como um grupo de amigos, um café, uma festa, um casamento da família. Porque as meninas que têm Tinder, que alimentam o Facebook e que respondem no Instagram ou no Sanpchat não estão só a ser simpáticas. Não! O que elas querem mesmo é ser comidas. E os meninos que usam tão ou mais todas essas redes sociais também não andam à procura de ninguém a quem despender mais do que uma noite de tempo e pouca ou nenhuma atenção no dia seguinte. Então, minha gente, para que usam todas essas ferramentas se sabem que do outro lado só pode estar alguém realmente mal intencionado?

A mudança é coisa complicada, que leva tempo, que custa e que não, não depende de faixas etárias nem mentalidades mais ou menos abertas. E prova disso é que a minha (a nossa) geração, que se diz tão open mind e tão “à frente” ainda está coberta de paradigmas e preconceitos. Claro que há sempre as exceções que confirmam a regra. Como o #segundoelas e o #segundoeles. Graças a Deus que as há. Homens e mulheres, que também aqui não creio que haja diferença.

Na dúvida, e para não ser mal interpretada, o que estou a dizer-vos não é que o Tinder é o café que devem frequentar mais se desejam encontrar o homem certo para levar ao almoço de família; mas que esta (que é como quem diz todas as outras redes sociais) não têm, nem devem ser postas fora de hipótese para que isso aconteça. Infelizmente ainda estamos longe disso. Sei de uma amiga que conheceu o atual namorado no Tinder, numa daquelas conversas banais de quem se quer divertir. Café puxa café, conversa puxa conversa perceberam que era bem mais do que um match. No entanto, os dois contam sempre que se conheceram num encontro casual entre amigos em comum. Cliché. E mentira. Porque um amor que nasceu nas redes sociais (e logo nessa) não pode ser de verdade e nunca, nunquinha mesmo, vai resultar.  Eu, pela parte que me toca, ainda não encontrei o amor da minha vida, nem fora nem dentro das redes socias. Mas não excluo nada à partida. Se calhar sou eu que sou ‘muita à frente’. Ou então sou uma desavergonhada que não bloqueia logo os utilizadores que lhe mandam um ‘olá’. Também não viro as costas a quem se mete comigo na rua ou num café ou na faculdade. C’est la même chose, mes amours.

16
Mar17

Sobre Barcelona (finalmente!)

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Antes de mais desculpem o enorme atraso deste post, mas como devem imaginar quando cheguei de Barcelona havia uma legião de fãs cheios de saudades e só agora tive um tempinho ahahah 

Como se costuma dizer, ainda assim, mais vale tarde que nunca!

 

É! Barcelona é uma cidade fantástica. Já tinha ouvido dizer muito bem, mas superou todas as minhas expectativas. Barcelona é linda em todo e qualquer canto. Não encontrei nada que fosse menos bonito, que não se encaixasse no estilo da cidade ou que não despertasse o interesse. E, por isso, Barcelona é uma cidade onde o turismo é essencialmente o de andar na rua. Andar mesmo, sem destino, e ir descobrindo o que há para descobrir. Foi o que fiz, depois de visitar os principais pontos turísticos - todos eles obras deliciosas de arquitetura! 

Três dias é o suficiente para visitar a cidade? É! Mas se ficarem mais dias não se preocupem que também não vai faltar o que fazer. Em cada recanto há coisas novas para descobrir. Há mesmo, não é conversa de blá bla. Porque Barcelona é uma cidade que vive muito a rua, a cultura e o convívio das pessoas. E por isso nunca, mas mesmo nunca, deixa de ser interessante.

Deixo-vos algumas das fotos que tirei ao longo da viagem (com a qualidade possível), porque no fundo são o retrato da cidade vista aos meus olhos.

 

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06
Mar17

Enquanto isso cá em cima...

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Estou a escrever este texto enquanto estou a não sei quantos mil pes de altitude, enfiada nesta coisa que, extraordinariamente, voa e leva a bordo mais de 200 pessoas. Arre, que agora que penso nisso estou um bocado arrepiada. Mas, em boa verdade, acho que o meu medo de voar é mais fruto de especulações que fui ouvindo ao longo de toda a minha vida do que da (pequena) experiência de voo que tenho. Se este texto chegar a ser publicado, todos os meus voos correram dentro da normalidade (a esta altura estou no ar há 10minutos). Por isso, não fossem as notícias - ah esses malditos jornalistas - ou aquilo que um e outro vai dizendo, não tinha razões para ter medo de voar. Tudo é uma questão de pensarmos demasiado nas coisas. E eu, pensativa por natureza, tive de me abstrair de uma série de coisas para voar a primeira vez. E, quando aconteceu, depois de cá estar dentro, não achei que fosse assim tão mau. É claro que arrepia, que faz confusão, mas arre... não é o transporte mais seguro do mundo? Então! E, como diz um amigo meu, se correr mal pelo menos não tens tempo de sofrer. Quero dizer-vos que não estou a ponderar o que escrevo é que não vou alterar o texto antes de o publicar. A ideia é que seja um diário de bordo - literalmente - e que tenha nele as minhas sensações todas, à flor da pele (e a uns belos metros de altitude). Viaja atras de mim uma bebe, de poucos meses, toda feliz por sinal. Isso faz me pensar que o medo também é movido pelo conhecimento. Quando não sabemos não tememos. Talvez por isso eu prefira saber pouco de aviões. Que me interessam as saídas de emergencia se muito provavelmente não vou ter tempo de as usar? Adiante. Que ainda cá estou em cima e pensamentos positivos atraem coisas positivas. E há palavras que não se dizem. Tenho sono. Mas não devo conseguir dormir. Já tentei, mas o poder de abstração nunca foi tão longe. Nem nunca me levantei num avião acreditam? Juro! Sei que isto vai lá por etapas, e que um dia destes vou ao Brasil (um raio me parta se não vou, que aquilo há de ser lindo). E dessa vez sempre terei que ir pelo menos fazer um xixi. 9 horas é uma eternidade. Mas também se deve fazer. Com um bom livro, uma companhia melhor (e uns calmantes no estômago). Por enquanto, honestamente, só quero que a próxima hora passe. E, enquanto passa e não passa, vou aqui a pensar em como nunca poderia ser hospedeira de bordo. Trabalhar com medo do local de trabalho não é lá grande coisa pois não? Pois! E é por isso que as admiro tanto. Por isso e pela calma constante que nos transmitem. Isto até pode estar prestes a cair, mas o sorriso e o "tenha calma menina que está tudo bem" que o moço jeitoso acabou de me dar valem tudo. E o que é que não vale tudo aqui? Onde nem umas mensagens se podem mandar. É que isto a falar com os amigos e a ver umas fofocas passava bem mais depressa. Talvez não seja para mim, mas ainda há de haver wifi cá em cima um dia destes não? Ora, se dormir é coisa que eu não consigo fazer num avião, já com comer a conversa é outra. Mas eu também sou rapariga pouco esquisita para enfardar. E, acreditem, a comida tem em mim um efeito calmante. É por isso que agora mesmo estou aqui a devorar bolachas. Ah e porque não jantei (desculpas, bah). Estou a viajar com pessoas que têm ainda mais medo de viajar do que eu. Conseguem imaginar? Ora, eu como não quero que lhes falte nada, e como já os conheço de outras andanças, decidi munir-me de coisas que os distraíssem. Música para ser mais precisa. Resultou. Em menos de nada estaremos no Porto. A noite em Barcelona estava linda e a estar assim em Portugal a vista será magnífica. Vai dar uma boas fotos (sim, que eu vou à janela e adoro, ficam a saber). Nos poucos momentos em que me distraio completamente dou comigo a babar pela paisagem e a adorar isto tudo. Sou assim mesmo, de extremos. E com aviões não havia de ser diferente. Fiquei conhecida (e fui troçada) recentemente por dizer, numa situação muito peculiar, a célebre frase "a mobilidade é de facto uma coisa extraordinária". Mas não é mesmo? Sei que a mobilidade a que me estava a referir não era bem um voo, mas aproximava-me de lugares e pessoas onde queria estar. Portanto vai dar ao mesmo. Encaro está geringonça onde vou como um mal necessário. Que dizer que voar é um prazer acho que é coisa que nunca me vão ouvir. Entretanto, enquanto me perco aqui no meu telefone, estamos a chegar ao Porto. Em segurança e com pouco abanões (graças a Deus e à tripulação acho eu). Mal tenha os pés firmes e uma ligação de internet vou publicar isto. Espero que ajude alguém que como eu não gosta muito destas aventuras. É seguro amores, acreditem. E rezem. Assim como assim mais vale prevenir que remediar. Ps: por castigo Divino de falar antes do tempo, assim que terminei este texto o S.Pedro decidiu abanar o avião por todos os lados, numa chegada ao Porto que não podia ter sido mais agitada. Valeu o bom humor de quem lá ia para servir de distração. Mas que tive medo tive. Enfim. Coisas da aviação. Que como me disse um rapaz (de quem não cheguei a saber o nome) "se pagamos bilhete temos que ter direito a tudo, menina. Incluindo uns abanões".