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Em Saltos Altos

28
Jun17

É só a minha ajuda e vale o que vale #3

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Parece que os pedidos de ajuda/opinião continuam a chegar aqui ao estaminé. E vocês nem imaginam como isso me deixa feliz. Mesmooooo! Obrigada por confiarem este bocadinho no meu gosto e por deixarem que vos sugira as minhas opções. Obrigada.

Desta vez foi uma seguidora que queria, naturalmente, estar no seu melhor no dia da comunhão da filha. Pois bem, o vestido não foi escolha minha, foi dela. Eu só o adornei com os sapatos e acessórios ideais. Dei-lhe inicialmente algumas opções, umas mais arrojadas e outras mais clássicas. Percebi imediatamente em conversa qual era o seu registo e fomos adaptando as possibilidades. 

O resultado final? Perfeito. Como podem aliás ver na foto que ela gentilmente me cedeu. Estava um arraso, certo? O segredo, esse, deve ser sentirmo-nos bem com as nossas escolhas e acima de tudo procurar que traduzam sempre quem somos.

E vocês, gostaram? 

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 Resultado Final ;)

26
Jun17

E puff... fez-se o melhor look! #37

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É um dos meus vestidos preferidos da estação. É da Mango. É prático, confortável, fresco e acho que tem muita pinta. É daquelas peças que não tem nada e tem tudo. Portanto, é a minha cara.

Comprei-o há pouco tempo e já o usei muito. Em diferentes ocasiões. Nestas fotos está a servir um look de dia, muito casual e confortável. Estavam 37º nessa tarde. E senti-me ótima - dentro do possível.

A mala é também uma pequena coisinha fofa. E o vermelho traz ao look a irreverência que faltava. Eu adorei e vocês? 

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 Vestido | Mango

Carteira | Vilanova

Sandálias | Parfois

Anéis e Brincos | Pandora

24
Jun17

Oh meu rico São João...

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Habituei-me a gostar do S. João. Desde sempre. É o feriado municipal da minha terra, e por isso lembro-me de o festejar era ainda miudinha. Não sou a maior fã de sardinha assada, mas adoro sentir-lhe o cheiro. E gosto das marchas. E dos manjericos. E das pessoas todas na rua.

Tenho as melhores memórias do S. João. Vamos sempre. Em família e depois com os amigos que se encontram lá. Conversamos muito. Bebemos (agora que sou grandinha já posso também) uma caipirinha e uns fininhos. Vemos as marchas, comentamos-lhes a roupa e aproveitamos para rever quem andava desaparecido desde o último S. João. Porque há pessoas que quase só vemos assim, de ano a ano. E é também para isso que servem as festas. 

O ano passado, por curiosidade e por experiência, quis passar o S. João no Porto. Gostei, gostei muito. Que o fogo é lindo e fartei-me de dar e levar marteladas. Mas este ano, de volta a Cinfães, percebo porque é que gosto tanto da minha terra. Eu pertenço aqui de verdade e os meus estão ainda todos aqui. - e os que não estavam eu fiz questão de trazer.

Hoje espera-se mais uma noite de boa comida e muita folia. Tal como ontem. Que nunca deixo nada para fazer para depois. O S. João é hoje. Como a nossa vida - é sempre hoje. Porque o que vier depois é sempre melhor, sempre. E depois vem o S. Pedro. Siga! 

15
Jun17

Mas porque é que os homens não tem período, ãh? | #segundoelas

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Sim. Porque é que os homens - esses serzinhos com quem a natureza foi tão generosa - não têm período? E porque é que nós, mulheres, que andamos sempre a apregoar a igualdade de género ainda não nos dedicamos a inventar uma coisa que se assemelhe e que os faça sofrer o mesmo que nós uma vez por mês? Inventa-se tudo neste mundo, também se havia de inventar isso.

Não quero aqui parecer injusta, porque pessoalmente nem tenho razão de queixa. Os homens com quem me cruzei na vida - e devo dizer que a minha amostra é reduzidissima - foram sempre bem compreensivos. Mas também sabemos que a maioria não é assim. Eles bem dizem que compreendem, até nos fazem um cházinho e trazem-nos o bom do analgésico, mas depois esquecem-se logo a seguir e, entre dentes, insinuam que estamos a dramatizar. Nós não dramatizamos. Esta treta DÓI MESMO P'RA CARAÇAS, está bem? Pelo menos para a maior parte das mulheres dói. Que ainda há algumas que mal se dão conta dessa fase do mês - e ainda bem. Infelizmente, não existem truques ou fórmulas mágicas. Cada mulher é uma mulher e cada corpo, um corpo. Por isso, também cada mulher deve ser compreendida de forma individual.

A boa da verdade é que a grande maioria das mulheres fica seriamente afetada a nível físico e emocial durante a menstruação. E eu acho honestamente que é preciso falar disto. Porque a vida não pára durante os dias em que o nosso corpo parece sofrer uma transformação. As obrigações do dia a dia são as mesmas, ou mais, o despertador não tem compaixão e às vezes, para mal dos nossos pecados, ainda temos que parecer lindas e maravilhosas quando nos sentimos umas lontras. Sim, também há esse lado meus caros. Isto não é só doer. Nós inchamos imenso. Na barriga, nas pernas, nas mãos... em todo o lado. E ficamos com olheiras e de mau humor. Pois é. Não é mito, nem somos nós a fazermo-nos de coitadinhas. Chamam-se fenómenos fisiológicos e que se encontram totalmente fora do nosso controle. Alguns métodos hormonais podem dar uma ajudinha, mas raramente resolvem por completo. Aliás, às vezes até complicam - e falo de experiência. 

Quem nunca teve de faltar às aulas ou ao trabalho por estar com dores e maus estares realmente incapacitantes? E isto corre tudo mais ou menos se a chefe for uma mulher e até nos poder perceber, mas se for um homem eles raramente se compadecem. Talvez eles não tenham a culpa toda. Talvez não tenham sido devidamente sensibilizados para a questão. Talvez tenhamos de ser nós a ir fazendo esse trabalho. Porque ele é necessário. Não digo que devêssemos ter folga todos esses dias do mês - até porque algumas mulheres se aproveitariam bem disso - mas defendo que deveríamos poder faltar de forma justificada recorrendo a esse argumento. Porque nenhuma de nós vai a correr para o médico com cólicas menstruais, porque sabe exatamente a causa e o (não) tratamento, mas elas podem na verdade ser bem mais incapacitantes que uma dor de garganta atestada pelo médico. E eu acho que é disto que é preciso falar. Porque nós, armadas em fortes, fazemos de tudo para que ninguém note em que altura do mês está o nosso ciclo, mas a verdade é que nem sempre é fácil. E aqui tenho a certeza que milhares de mulheres me subscrevem. E é por essas todas que nenhuma de nós deve ter medo de dizer que está mal quando está mal e que o motivo é estar com o período. Deixem-se de vergonhas. E se calhar os homens assim também se deixarão de falsos moralismos. Porque serão obrigados a conviver mais com o tema, a procurar sobre ele e a entende-lo. E se calhar vão ser eles mesmos a explicar-nos que não têm período, mas têm, por certo, uma série de outros dramas que nós estamos longe de imaginar. Como em tudo, a chave está na compreensão. Porque no fundo, tivessem eles período ou não, seríamos sempre diferentes.

10
Jun17

Vamos falar de Verão? | #2

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Tenho nos vestidos a minha peça de eleição para férias. Práticos, versáteis e quase sempre alegres e elegantes. São a escolha certa para dias de praia, sol, calor e descontracção. Por cima do biquíni, com um cesto de palhinha e ficamos perfeitas. 

As sugestões, essas, são cada vez mais e para todos os gostos. Deixo-vos alguns dos meus preferidos para esta estação. Gostam? 

 

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08
Jun17

Um quarto de século, porra!

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Faço 25 anos. Hoje. Um quarto de século. Já há alguns anos a esta parte que me perguntaria como seria fazer os 25. Pois bem, é como fazer 24, mas já mais com uma perna nos 30. Arre! Que 30 é um número pesado.

Os meus amigos sabem todos: lido mal com a idade. Tenho medo de ficar velha e tenho sobretudo medo de sentir o tempo fugir-me. Cada ano que passa é um ano a menos de possibilidades para viver coisas. E é isso que me assusta. Mais do que as rugas. Embora agora que estou a passos largos dos trinta me devesse começar a preocupar com isso. Choro sempre no dia dos meus anos. Por norma mais que uma vez. O ano passado chorei quando tecnicamente já passava da meia noite, mas chorei. São muitas emoções e eu sou péssima a lidar com elas. Adoro dizer às pessoas que as amo, mas não sei o que fazer quando me dizem a mim. E felizmente tenho muitas pessoas que me relembram isso neste dia. Porque também é para isso que servem os aniversários - como todas as outras datas importantes. Mas, mais do que isso, o que normalmente me faz chorar é que este dia também é sempre um ponto de reflexão. É mais um ano no calendário e importa perceber quem fui nestes doze meses e o que acrescentei a mim e aos meus. E estes 24 que agora terminam foram do caraças. Mesmo! Foi talvez o ano mais preenchido dos últimos anos. Porque mudou tudo.Aos 24 era jornalista licenciada. Agora a começar os 25 sou aspirante a arquiteta. Agora tenho um blog que cresce cada dia a olhos vistos. Agora moro no Porto, sozinha. Agora tenho uma alimentação saudável, faço exercício regular e passeio o meu gato.

Ontem uma grande amiga perguntou me se eu fechava os 24 feliz. Nem pensei duas vezes. Fecho sim. Muito feliz. Porque sei-me agora mais segura de mim e da lealdade dos que estão comigo. Mais capaz e mais rodeada de pessoas que acreditam que eu sou capaz. E eu acho que é tanto disto que merece verdadeiramente ser comemorado. Mais do que fazer anos, eu quero somar e contar anos felizes. Quero acrescentar história e histórias aos meus anos. Hoje, que é o dia do meu aniversário, mas também nos outros 364 que estão por vir. Que hoje seja um dia muito feliz. E que os 30 cheguem devagarinho.

 

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05
Jun17

É só a minha ajuda e vale o que vale #2

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Estou mega feliz. Por vários motivos. Porque afinal esta rubrica não se esgotou na primeira edição (confesso que tive medo que acontecesse). Porque parece que afinal mais pessoas querem ouvir a minha opinião (e isso massaja-nos sempre o ego). E porque desta vez foi um homem (sim, leram bem, um homem) que me solicitou ajuda.

Pois bem, trata-se de um amigo meu que vai ter um casamento na praia. Em Junho. Com este tempo incerto. E partindo da desvantagem de nem eu nem ele nunca nos termos visto em tal alhada. Já ouvi falar muito de casórios na praia, mas nunca presenciei efetivamente nenhum. Nem nunca perdi muito tempo a pensar no que se veste para tal ocasião. Creio que para as mulheres seja bem mais fácil, mas no caso dos homens complica. Porque põe-se de fora a possibilidade do tradicional fato e a proximidade com o informal de mais é perigosamente assustadora. 

Tentei perceber a formalidade da cerimónia, mas não conseguimos muito mais do que "é uma cena descontraída, na praia". Ora que lindo! E vai de chinelos ou de sapatos? Era o que queria saber, sim? Mas como se diz que a necessidade aguça o engenho, deitei mãos à obra e montei estes três looks (que acho que não o vão deixar ficar mal). Optei, em todos eles, por tons mais claros e leves, que a praia não pede outra coisa, e tecidos menos formais. Os blazers/casacos servem para o caso de estar fresquinho, não sendo peça obrigatória. E os óculos de sol pareceram-me indispensáveis. Nos pés? Tudo alternativas que não o deixassem desconfortável com a areia.

Que vos parece? Muito descabido ou mais ou menos apropriado? 

 

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