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Em Saltos Altos

30
Out17

Tendências Outono-Inverno | #7 Streetwear de Luxo

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Este é uma tendência que eu pessoalmente adoro e que tenho usado cada vez mais. Estou a atravessar uma fase na minha vida em que, por uma questão de trabalho e conforto, opto por opções de looks cada vez mais práticos e que me deixem aquela sensação de 'liberdade'. E conseguir isso com um toque de modernidade e glamour, com peças como estas, é melhor ainda. Vale misturar tudo, ou cruzar as peças com outras mais direitinhas. Esta é daquelas tendências elásticas, que se adapta bem à nossa criatividade. E vocês, gostam?  

28
Out17

Tenho andado a pensar, a pensar...

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Tenho andado a pensar. É sério! É coisa que faço às vezes. Tenho andado a pensar e não é só na p*** da vida, como se diz aqui no Porto. Tenho andado a pensar na possibilidade de alargar este mundo fantástico de partilhas que faço convosco - que é como quem diz, lançar-me no mundo fantástico (e assustador) do Youtube. 

Já várias amigas me têm dito nos últimos tempos que está na hora. Que eu tenho muito mais para dizer ao mundo, e que às vezes nada traduz tão bem o que sinto como as expressões que consigo fazer (e nem sei se me dizem isto como elogio ou porque só querem ver as minhas tristes figurinhas espalhadas mundo fora). E a verdade é que também começo mesmo a achar que podia ser divertido - e, como para tudo na vida, vale a máxima de que não tenho nada a perder. Da mesma forma que não tinha quando inaugurei esta cantinho (e que hoje já me deu tanta coisa boa). 

No entanto, o mundo dos vídeos ainda é uma coisa um bocadinho assustadora. Não sei como é que se faz para estar sempre linda e maravilhosa em frente à câmara - e muito menos sei como é que vou disfarçar esta minha pronúncia acentuada (sim, falo à Porto, e depois?). Mas, também é verdade, que gosto de desafios. E sempre posso experimentar, tentar uma ou duas vezes, ver e rever, e se correr mal abortar missão e deixar-me estar sossegada aqui pelo teclado. 

Gostava, muito, de saber as vossas opiniões. E sobretudo as vossas curiosidades. Se eu me lançar lá pelos vídeos, vou querer saber o que querem saber sobre mim e a minha vida. (vá, também não abusem, que há segredos que não se contam a ninguém). Mas o que quero sobretudo é estar ainda mais próxima. É partilhar qualquer coisa que desperte aquela sensação de 'afinal não sou a única'. Quero estar mais desse lado. Porque afinal é tanto disso que move o que faço por aqui. E, já agora, aproveito para vos voltar a agradecer, porque nunca é demais. Obrigada por continuarem a ler-me. Fazem-me muito feliz!

23
Out17

Tendências Outono-Inverno | #5 Padrões Florais

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Para que uma peça florida entre no meu armário é preciso que me conquiste mesmo. Não é fácil apaixonar-me por grandes padrões, mas às vezes acontece. E esta estação parece que vai acontecer várias vezes. Gosto do romantismo que as flores imprimem, e do lado mais feminino das peças. E depois gosto de as cortar com acessórios ou outfits mais dramáticos e masculinos. E vocês? São fãs?

20
Out17

Cookie, vamos tomar café?

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Parecia-me indispensável falar disto. Não fosse a recente tragédia dos incêndios e já o país todo estaria num alvoroço maluco a falar da nova lei que permite a entrada de animais de estimação em locais públicos, como restaurantes e cafés. Sim, é verdade. Parece que desde há uns dias é possível fazermo-nos acompanhar dos nossos queridos bichinhos quando vamos tomar café ou jantar fora.

Vocês sabem-me uma apaixonada por animais (e dona zelosa de um gatinho) e por isso acredito que quisessem saber a minha opinião. Pois bem, não consigo discordar, mas também não consigo concordar a 100%. Acho, sobretudo, que esta é daquelas leis que se vai reger na base do bom senso (que infelizmente é coisa às vezes rara em Portugal). Se há cães e gatos que, com toda a certeza, podem ir ao café e se portam melhor que alguns humanos (sim, desculpem a frontalidade, mas há); também existem outros (como o meu) que em pouco tempo faziam daquilo um alvoroço tal. Quer porque não de adaptam bem a lugares novos, a pessoas desconhecidas, porque são curiosos e querem espreitar tudo, ou, no limite, porque não receberam a melhor educação. O meu Cookie, por exemplo, era gato para saltar logo para cima da mesa (até onde a trela lhe permitisse, que jamais seria louca para o levar solto) e não se inibir de miar e pedir festas a quem fosse passando. Fazer grandes distúrbios não acredito que fizesse, mas também não ia deixar de se fazer notar presente – tem a mania que é diva, paciência! No entanto, conheço pelo menos uma cadela e um gato que sei perfeitamente que poderia levar comigo a um jantar bem sério porque se iam portar à altura, interrompendo só para pedir para fazer xixi, e ficando o resto do tempo impávidos e serenos no chão, à minha beira.

Mas isto sou eu. Que (felizmente!) fui dotada de algum bom senso e consigo perceber. Agora o problema, creio eu, vai estar nas situações em que isso não acontece. Em que eu vou querer tomar café e vou ter um cãozinho a baloiçar a mesa constantemente ou a ladrar como se não houvesse amanhã. E a mim, embora incomode, ainda me passa ao lado. Mas já se puseram no lugar de quem tem medo? Medo mesmo, medo a sério. Conheço pessoas assim. Pode ser muito complicado para elas. E tanto pode ajudar como pode complicar e só acentuar ainda mais a fobia.

E depois, se querem que vos seja honesta, acho que corremos o risco de entrar numa onda de cinismo perigosa. Acredito que a maior parte dos bons donos (leia-se, donos conscienciosos e efetivamente preocupados) não vão correr os cafés todos do bairro com os amiguinhos de quatro patas (pelo menos até terem a certeza de que é confortável para eles); agora aqueles que querem apenas provar que são bons donos (mas que nós sabemos que deixam muito a duvidar), esses sim vão querer exibir o quão brilhante está o pelo e o quão alinhadinhos estão os bigodinhos do gato.

Não me estou a ver a levar o Cookie a lado nenhum. A não ser, por exemplo, a uma esplanada no verão, perto de casa, e na transportadora ou de trela bem curta. E assim só à experiência, para ver como ele reage. Mas gostava de fazer a experiência de levar um outro animal, mais obediente e menos enérgico. Gostava de ver a reação das pessoas. Os comentários. Estou curiosa com esta lei e com as suas consequências. Porque é tudo novidade. Espero, acima de tudo, que possa contribuir para um novo olhar da população em geral sobre os animais e o seu papel na sociedade. Muitas vezes, o cão ou o gato são a primeira (ou a única) companhia de muitas pessoas. E isso, além de dever ser valorizado, dá que pensar.

Um dia destes, quando conseguir fazer a experiência, conto-vos tudo aqui. Até lá, gostava de saber as vossas opiniões.   

19
Out17

Amor é amor. Ponto final.

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Amor é amor. Ponto final.

Porque a luta contra o amor é guerra perdida à partida.

Porque é a única dúvida sobra a qual temos todas as certezas do mundo. É amor.

Porque dura. E perdura. De uma forma maravilhosa e assustadora. No tempo e na distância. Ou então no abraço. E no reencontro. É amor.

Porque nos empurra sempre para o (nosso) sítio certo. Porque é tanto (ou tudo) do que somos. Porque é raro. E raramente se encontra. Porque nem sempre (ou nunca) se repete. Porque pode caber em várias formas, mas não se entrega a fórmulas. Porque passamos a vida a quere-lo, sem sabermos muitas vezes que o tivemos sempre ali. Porque, no fim, dá sempre tudo certo. Nós é que nem sempre sabemos esperar.

Amor é amor. Ponto final.

 

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17
Out17

Tendências Outono-Inverno | #5 Denim

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Costumo dizer que não vivo sem calças de ganga no armário. Não mesmo. Não as uso todooosss os dias, mas numa grande maioria deles. São a base perfeita para qualquer look que não falha. Tenho-as mais direitinhas ou mais arrojadas, com rasgões e aplicações. E quem diz calças, diz saias, camisas e casacas. Adoro tudo o que é denim. Não sou assim de arriscar em look totais denim (pelo menos ainda não, mas quem sabe um dia destes). Normalmente uso com outros tecidos e outras texturas. Mas o que está a dar este ano é mesmo misturar várias lavagens e várias peças. Deixo-vos algumas que podem servir de inspiração e espero para ver os vossos looks!

16
Out17

Finalmente, choveu...!

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À hora a que vos escrevo este texto, já chove (pelo menos no Porto). Finalmente. Só me apetece chorar. Quis, mas não consegui dizer nada antes. Escrevi no meu facebook, mas nem encontrava as palavras certas para aqui. Queria dizer tanto e, ao mesmo tempo, não me apetecia dizer nada. 

Saí de Cinfães ao final da tarde, 18 horas mais coisa menos coisa. Na altura, já ardia na serra do Montemuro e já se ouvia dizer que ardia no Marco de Canaveses e no fundo do meu concelho. Liguei a alguns amigos e perguntei se havia estradas cortadas. Já lá vão uns anos apanhei um susto e tanto com o fogo na estrada. Não queria passar pelo mesmo. Não havia informações de nada. E fiz-me à estrada. Ventava muito e cheirava a queimado. Mas cheguei em segurança ao Porto. Fui jantar, arrumei os sacos e tudo me parecia normal. Até que liguei a televisão. E Portugal estava a arder. Foi como um murro no estômago. Petrifiquei no meu sofá. E fiquei ali até às 3 da manhã. Como se estar agarrada à televisão me fizesse mais perto dos que estavam a combater e dos que (tantos) estavam aflitos. Liguei aos meus. Não estavam em perigo, mas o fogo estava perto. Estavam assustados, como eu. Soube de amigos em pânico. Quis ajudá-los mas pouco ou nada podia fazer. Senti-me desesperada quando vi pessoas a pedirem socorro no mural de facebook. Estavam encurraladas. Só conseguiam pedir ajuda assim. E eu no meu sofá. Tive medo, muito medo. Lá fora havia um vento dantesco que não parava, e que nos fez pensar que raio de castigo é este. Mas quis ter fé. Fé que amanhã não acordasse com a notícia da maior tragédia de sempre. Rezei. Que era a única coisa que restava! 

Hoje liguei a televisão e já se contavam mais de 30 mortos. Soube logo que o número ainda estava aquém. Estava tudo ardido. As primeiras imagens eram impressionantes. Apeteceu-me chorar outra vez. Voltei a ligar aos meus. Felizmente, tudo bem ainda. Mas recebi fotos da minha terra. Não se via um palmo com o fumo. Quis ir a correr (mas eu sabia que devia manter-me em segurança e fazer o que fosse possível por cá). As imagens eram cada vez mais e piores. E então vem a revolta - que é sempre a última coisa que se quer sentir nestas alturas.  Continuo a achar que se podia ter feito mais e se podiam ter evitado algumas coisas. Continuo a achar que hoje se deviam ter fechado escolas e serviços todos e se deviam ter deixados as crianças (e as famílias) juntas, onde mais se sentem seguras. A limpeza das matas, os acessos e a mobilização de meios são questões para discutirmos depois. De nada adiantam agora. Sabemos que a prevenção FALHOU e que o combate não conseguiu dar resposta. Mas os responsáveis estão muito longe da frente de fogo. Provavelmente nunca a experimentaram. Ditam regras em gabinetes. E nós? Nós, povo? Porque ainda não estamos na rua? Porque não fazemos barulho? Só este ano já perdemos dezenas de vidas e hectares de património para o fogo. O que precisa de acontecer mais? Há quem tenha ficado vivo, mas tenha perdido tudo. Vamos ficar a assistir de camarote? Vamos para a rua porra! Vamos exigir medidas e querer ter direito a mais. Vamos cuidas dos feridos, fazer tudo o que for preciso, mas sobretudo (prevenir) e evitar mais e pior! 

15
Out17

Apaixonaste-te por um otário? Acontece a todas!

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Apaixonaram se por um otário? Deixem lá. Acontece a todas. E não há mal nenhum nisso. Mal há se não nos dermos conta a tempo do quão otário ele é ( e passarmos nós a sermos as otárias da história).

 
Há quem diga que pessoas irritadas não devem dizer nem escrever nada. Discordo. Se há horinha Santa em que digo tudo o que honestamente penso e quando estou com os sentimentos à flor da pele (para o bem e para o mal). 
 
Dizia-vos eu que há por aí mulheres (e estou a pôr o dedinho no ar) que se apaixonaram em algum momento das suas vida por um otário. Coisas da vida. Só não acontece a quem não tem sequer a ousadia de se apaixonar - coisa rara por sinal hoje em dia. 
 
Quando conhecemos alguém, das duas uma: ou e a perfeição em pessoa que até chateia ou é um perfeito anormal que não nos apetece rever. Normalmente os segundos correm bem. Os primeiros são os tais otarios. Aqueles que parecem caídos do céu e te fazem tocar as portas do inferno.
 
Chegam devagarinho. Prendem-te. Fazem-te querer ficar. Cada dia mais um bocadinho. E depois, como se nada o fizesse prever, mudam de comportamento e, quais loucos, transformam-se em quem nunca imaginaste que seriam. 
 
Vem as discussões. Os ataques. Ou então os silêncios.
 
Esses silêncios dolorosos. Mas que são, ainda assim, a melhor das soluções. Porque antes não fique nada, do que fique tudo o que não deve. 
 
O que fica, sobretudo, depois de te apaixonares por um otário, é a lição de que deves (tentar) reconhece-lo logo da próxima vez. E vais tentar. Porque vais estar magoada. E vais querer defender-te. Mas também vais falhar, muito provavelmente. Porque na vida (e no amor) não existem fórmulas. E a única forma de ires mais ou menos acertando é ires dando com a cabeça na parede e ires traçando um caminho, o teu caminho, que te há de levar onde deves estar. Porque tudo está bem quando acaba bem.
15
Out17

E puff... fez-se o melhor look! #49

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É a saia da Barbie. Sinto sempre o mesmo quando a visto. Pequenina, arranjadinha, de ganga, faz aquela cinturinha fininha... É a saia da Barbie. Pelo menos a minha Barbie tinha uma igualzinha. E nunca me esqueci dela. 

Não que eu seja a Barbie (não sou, nem queria ser, valha-me Deus), mas há coisas que lhe ficaram como ícones e a mini saia de ganga é uma delas. Gosto muito desta (e este ano está em alta, aviso já). No resto do look não há segredos: preto - que em equipa que ganha não se mexe.

Aprovado? 

 

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14
Out17

Tendências Outono-Inverno | #4 Vermelho

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É A COR da estação. Está, literalmente, a vibrar por todo o lado. E eu estou a adorar. 

Como vos dizia há dias, estou novamente loira. E isso abre-me uma imensidão de possibilidades para usar este tom maravilhoso. Um dia destes tenho de experimentar um color block. A ver vamos como corre. E vocês? Gostam?

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