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28
Nov17

Resumo da minha Black Friday (e sim, foi produtiva)!

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Não sou daquelas que se levanta às 8h da manhã para se ir enfiar num shopping a abarrotar de gente só porque anunciaram as promoções de Black Friday. Mas também não deixo passar a oportunidade de ir dar uma voltinha e namorar umas montras. Se bater o coração por alguma peça que compense bem, então vem comigo para casa. 

Este fim de semana - sim, porque não se resumiu a sexta feira - foram cinco as peças que conseguiram morada no meu roupeiro. As primeiras foram estas botinhas, coisa mais linda da minha vida. Ultimamente tenho usado quase sempre calçado com algum salto. Gosto do ar mais elegante e compostinho e acho um desperdício não usar estes tacões médios, super in e super confortáveis. Estas botas, além do conforto, reunem tudo o que está aí a dar cartas. O veludo e o tacão metalizado. Tenho a certeza que as vou usar muito. Até porque são pretas e vão maravilhosamente bem com tudo. São da Seaside e custavam originalmente 29,95€.

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A segunda peça foi este body da Zara. Não, não me perguntem quando e como o vou usar, porque não faço a mínima ideia. Mas gostei dele. Achei lindo (e é não é?) e sei que numa dessas noites maravilhosas do Porto vamos ser felizes os dois. Veste super bem, assim coladinho ao corpo e vejo-lhe muito potencial. Um dia destes falamos melhor!

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Ainda do capítulo, "a Zara é a nossa melhor amiga", estes jeans com pérolas também vieram comigo. Vocês já sabem, e já falamos por aqui, que a tendência das pérolas veio para ficar. Ainda não tinha investido muito em nada assim, muito menos numas calças, por isso achei estas perfeitas para começar. Além disso, gosto do facto da decoração fugir dos bolsos e laterais, onde é mais habitual, e passar para o fundo das pernas. Já as idealizei em vários looks e sei que estão para breve. Mi aguardem!!!! 

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E pois bem, acessórios! Não podiam faltar acessórios nesta minha incursão. Há já algum tempo que precisava de uma carteira nova, mas confesso que sou um pouco esquesita neste assunto. Não pode ser grande demais, porque tenho malas pequenas e depois não cabe lá. Mas também não pode ser tão pequena que não me caiba lá nada do que preciso. Esta, da Bimba&Lola, pareceu-me perfeita. estou a usá-la há dois dias e para já tem o tamanho perfeito. Também gosto do ar clean e elegante da cor. O preço, esse, também compensou.

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A mala. Esta é A mala. Já vos falei imenso dela aqui. E acho que são escusadas mais palavras. Há peças que fazem a diferença num outfit. Esta é uma delas. Apesar de versátil, é cheia de personalidade. Vai ser ver-nos passear por essas ruas, felizes e contentes. Podem anotar! E mostro-vos tudinho aqui, como sempre.

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27
Nov17

E puff... fez-se o melhor look! #52

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Este look tem três peças que eu amoooo muito e que tenho a certeza que me vão acompanhar em muitos dias deste outono/inverno - sim, continua um sol lindo p'ra caraças, mas para todos os efeitos é outono.

A primeira é este casaco cor-de-rosa maravilhoso. Sempre achei que casacos desta cor tendiam a parecer roupões ou qualquer coisa de trazer por casa. Mas - e pela boca morre o peixe - apaixonei-me por este. Adoro-lhe a cor e sobretudo o corte. É leve, mas quentinho, e assenta tão bem. Além disso, o facto de ser rosa dá aquele ar diferente ao look.

Segundo, gente da minha vida, são as botinhas que tenho calçadas. Aqui não fazem jus a metade do que são, mas garanto que são magnificas, em veludo e tacão espelhado. Fica a promessa de as mostrar melhor depois. Até porque sei que vamos ser muito felizes as duas pelas ruas deste Porto.

Por último, e porque o melhor fica sempre para o fim, tenho a certeza que ainda não conseguirem tirar os olhos da carteira que estou a usar. É L-I-N-D-A!!! Eu sei, eu sei... É da Trussardi e foi amor à primeira vista - (agora que olho bem, ela já é magnifica ao vivo, mas fotografada é ainda melhor). Estive com ela na mão um tempão na loja. Será que levo? Será que não? Brilhava por todos os lado e era pequena, assustadoramente pequena para as minhas coisas todas. Mas eu percebi-lhe logo o potencial. Era a minha cara. E não me enganei. E sei que ainda vamos construir muitos looks.

De resto, uma saia que já conhecem e uma malha cinzenta. Tudo em tons muito cutchi cuthci... Não que seja a minha versão mais frequente, mas de vez em quando também gosto de ser barbie!

E por vocês? Aprovado?

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26
Nov17

26.11.2012

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São duas da manhã. E tenho medo. Muito medo. Fecho os olhos e não vejo nada. Mas se os abrir também não vejo. Está tudo escuro. Estou sentada onde nunca se devia sentar uma menina de vinte anos – cheia de sonhos e com a vida pela frente. Peço uma última vez para me levarem para casa e me deitarem na minha cama. Mas  dizem-me que não pode ser. Que vai ficar tudo bem. Que vai passar.

Mas a única coisa que passa repetidamente na minha cabeça são as palavras do médico, minutos antes: “esta mancha, vês esta mancha? É um tumor. E estas são as tuas costas”. Um T-U-M-O-R. A palavra repete-se e prolonga-se num eco desesperante. Fecharam-me naquela sala, na sala do chefe das urgências do São Teotónio, para me dizerem isto. Deram-me um copo de água antes. E agora estou tonta, muito tonta. Será que me deram calmantes? Não serviram de nada. Bati no médico. Um bofetão à séria. Pedem-me para ter calma. Mas eu não quero ter calma. O médico diz que eu tenho uma massa nas costas. Um tumor. E é por causa desse maldito que não me consigo levantar. Juro! Conseguisse levantar-me sozinha e já estava em casa. Dane-se se são duas da manhã ou se demoro quase uma hora a pé. Pudesse eu e iria. Está tudo escuro. Tenho medo, muito medo.

Dizem-me agora que vou para Coimbra, que têm de me preparar e que a ambulância está à minha espera. Mas eu não quero ir a lado nenhum. Não quero. Eu ontem fiz o jantar. Fiz. Para ele e para ela, para nós lá em casa... Fiz massa com carne. E só me doíam um bocadinho as costas. E só tropecei no passeio três vezes. E só estava cansada. Mas fiz. Fiz o jantar, arrumei a roupa e adormeci, como todas as noites. Não, eu não quero ir a lado nenhum. Choro e imploro, enquanto me furam as duas mãos e me ligam a uma série de tubos. Fica tudo escuro, ainda mais escuro. Falta-me o ar. Não quero. E tento gritar. Mas sei que não posso. Eu sei. Dói. Vestem-me um pijama aos ursos – só os da pediatria é que são do meu tamanho – e enfiam-me as minhas coisas todas num saco plástico. Pedem-me o telemóvel. Isso não dou. Arre que não dou. Quero-o como quero acreditar que não tenho nada. E que daqui a pouco acordo e está tudo bem, e são oito da manhã e vou para a aula de sociologia – o professor é chato, mas arre como gostava de ir à aula!

A ambulância está lá fora. Chove e está tanto frio. Enrolam-me em mantas, embora eu ache que uma constipação seria o menor dos problemas. Achei que iam comigo, mas fecham as portas. Não vejo ninguém a não ser um enfermeiro que me afaga a testa e me olha com pena. Desvio-lhe os olhos. Não tenha pena de mim, homem! Tenha pena de vocês, que assim que eu provar que estão enganados vão ter todos um processo. Vejo-o pela janela e ele diz-me que não o deixam ir. Diz que ligará à minha família – ainda bem que tratará disso, acho que julgariam todos que eu estaria bêbada às três da manhã a dizer tamanha barbaridade.

Entretanto, ligo à minha melhor amiga – a uma daquelas a quem se liga a qualquer hora. Ela está lá. Acorda assustada. Diz que vai ter comigo. Que já lá estará quando eu chegar. Mas está tudo tão escuro. A ambulância treme muito e estou enjoada. Deitaram-me e imobilizaram-me. Raios! Ainda podia muito bem sentar-me e sempre conversava com o enfermeiro. Tenho sono e tonturas. E não param de me enfiar coisas nas veias. Raios! Está tudo muito escuro.

São quatro da manhã. Há gritos e sangue e batas brancas por todo o lado. Raios! Tenho mesmo de ficar aqui? Pelos vistos até de manhã sim. Dizem-me que passarei o resto da noite na sala das urgências. E está tudo tão escuro. Tentam voltar a tirar-me o telemóvel. Dizem que são regras. Mas que regras? Regra deveria ser ninguém passar por isto. Ameaço levantar-me (ah, como se conseguisse) e o enfermeiro acalma-se. Tenho o telemóvel e em menos de nada tenho os meus avós e a minha melhor amiga comigo. Deram-me dois beijinhos e saíram. Regras, malditas regras.

Passaram-se exatamente quantas horas? Não faço ideia. Está tudo tão escuro. E continuo tão tonta. Acho que tenho vontade de fazer xixi, mas não sei bem. Em boa verdade não sei nada do que se passa do meu tórax para baixo. Sei que me riscaram as pernas há pouco com uma caneta – testes de sensibilidade, dizem eles – mas não senti nada. Só vi. Tenho fome. Isso consigo sentir. Mas não posso comer. Sou uma urgência, nunca se sabe. Raios! Sou uma urgência?

O diagnóstico chega depois de uma série de exames intermináveis. Máquinas confusas, luzes, barulhos e agulhas, muitas agulhas e muitos líquidos. Tumor na D7, com pressão medular e paralisia dos membros inferiores. É preciso operar. Já. Assim que possível. Ela não pode esperar. E enquanto procuro a minha calma nos olhos do médico, ele afaga-me a testa (farão todos isto?) e diz-me que fará tudo para que eu nunca mais me lembre deste dia – mal ele sabia como é tão impossível esquecer.

Continuo tonta. E está tudo cada vez mais escuro. Eles já aqui estão. Vejo-lhes o desespero no rosto. Mas sorrio-lhes. Para tristezas basto eu. Às oito da manhã de amanhã vou para o bloco. E depois disso tudo será uma incerteza. Pode escurecer para sempre. Digo-lhes que não os quero ver antes de descer, que fiquem em casa e que rezem por mim e pelos médicos – soube depois que foram para uma igreja, à procura de uma paz que era impossível chegar.

Tenho as costas geladas. Deve ser a sensação mais próxima de estar num talho. É tudo metálico. E frio. Sou transportada de uma plataforma para a outra em exercícios técnicos. Eu ainda posso mexer os braços, raios! Na parede há um relógio. 8h35. E na rádio toca a RFM – não me lembro de me terem perguntado as minhas preferências radiofónicas, mas acertaram em cheio. Os médicos têm toucas coloridas, e eu pensei que era só nos filmes. Enchem-me de tubos e coisas esquisitas. Medem-me a tensão vezes sem conta. Odeio. O meu médico chega. Aperta-me a mão e promete-me, num sorriso, o melhor. Sinto-me tão tonta. A enfermeira diz que é normal. E depois disso é tudo escuro. Tão escuro. Negro.

Ainda estou tonta, mas já está menos escuro. Estão a levar-me para algum lado. Vejo um corredor e pessoas. E adormeço outra vez. Eles estão aqui. E os médicos. Estão todos com bom ar. E vejo-lhes sorrisos e olhos de esperança. Já não está tudo tão escuro. Um ano, talvez dois. Agora ainda é tudo muito complicado e esperamos reduzir os danos ao máximo. É o médico que está a dizer isto – não é? Adormeço outra vez. Estou a comer um peixe esquisito. Tem muitas espinhas. E estou a comer deitada. Raios! Não dá jeito nenhum comer deitada. E tenho imensas ligaduras. E tubos. E um saco com sangue e coisas feias ao lado da cama. Não consigo mexer os braços. Explicam-me que estou dorida e que a operação foi muito complicada. Que perdi muito sangue e que a cicatriz será grande – a das costas ou a da alma? Dão-me a sopa. E um beijo na testa. 

Sou o mais parecido com uma múmia que já vi. Tenho as pernas ligadas até às ancas, no tronco um colete de ferros – literalmente de ferros – e na veia uma dose extra de medicação. Dizem que vai doer, mas que posso gritar. Não gritei. Só lágrimas. Algumas de dor, mas a maior parte de felicidade. Estou de pé. De pé. Igualzinha a uma múmia e com três enfermeiros (fossem eles giros) agarradinhos a mim. Estou de pé. Não os deixaram ficar para ver. Dizem que podia correr mal, que eu podia não conseguir ou sentir-me mal. Raios! Não se tira a possibilidade de partilhar isto.

Não pareço mais uma múmia. Mas ainda me agarram. Agora já não são os enfermeiros. Estão a ajudar-me a levantar da casa de banho - raios, se pensei que me levavam à casa de banho tão cedo! Tenho de lavar as mãos, sair daqui e percorrer os três metros que me separam da minha cama. Demoramos dez minutos. Deito-me e beijam-me a testa. Estão todos ali. Todos. E eu, neste momento, tenho a certeza de que a minha vida só começa agora.   

24
Nov17

A Black Friday está aí...oh yehhh!

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A black friday é sempre um dia esperado com relativa ansiedade por todos - vá, para dizer a verdade andamos todas em pulgas. Sabemos que vêm aí bons descontos, sem grandes seletividades das marcas, e ótimas oportunidade para arranjarmos desculpas e comprarmos coisas.

Para a grande maioria das lojas, a black friday começou agora às 00h00. E eu - coisa mais amiga de vocês e fofinha desta vida - já fiz assim um seleção pequenina de algumas coisas que eu acho que valem mesmo a pena agarrar. 

Amanhã, ainda assim, durante o dia vou tentar trazer-vos mais algumas dicas e também artigos para homem e criança. Parece-vos bem? Até lá, aproveitem a madrugada para espreitarem os sites - mas durmam, durmam que um bom dia de compras também é duro!

 

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16
Nov17

Desejo da Semana | #18

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 Sim, eu sei que são só umas pantufas. Eu sei. Mas são a coisa mais fofinha, arranjadinha e maravilhosa deste mundo não são?! 

Pronto, também são assim um nadinha caras. 81 euros, para ser mais precisa. São da Ted Baker e são um luxo para quem pode pagar. 

Nós, por aqui, ficamos a suspirar com as orelhinhas maravilhosas!! Bons sonhos!

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