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14
Mar18

A Dieta? Comi! | O Tasco #1

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No número 131 da Rua da Almada, numa fachada discreta de um de tantos prédios típicos do Porto, esconde-se o Tasco. Há sete anos, quando estudei a primeira vez na cidade, lembro-me que a Rua do Almada era passagem proibida depois do sol se pôr (e mesmo antes não era a mais recomendável). Muitos edifícios abandonados e pouco ou nenhum comércio davam à rua um ar que afastava todos de lá. Hoje – e graças ao desenvolvimento inegável do centro histórico do Porto – a Rua do Almada esconde sítios agradáveis e onde se fazem boas compras e se come bem. Exemplo disso é o Tasco. O primeiro – de muitos – restaurantes que apresentamos nesta nova rubrica, que começa hoje (e que já estamos a rezar aos santinhos para que sejam um sucesso).

Conheci o espaço através de amigos, que o elegiam muitas vezes para jantares de grupo, mas fui sempre adiando a visita. Nem todos os dias nos apetece ir almoçar ao centro do Porto. Porque é mais demorado, porque deixamos o carro longe, porque temos de andar a pé. Mas, por outro lado, é o sítio ideal quando queremos disfrutar da cidade e conhecer-lhe os recantos. Para ir ao Tasco, o ideal é utilizar os transportes públicos, Metro ou Autocarros, ou então, ao optar por ir de carro, deixá-lo num dos parques de estacionamento próximo, já que na rua é praticamente impossível.

Uma vez dentro do Tasco, é bom que não falte apetite, porque também não faltam opções. A carta é variada (e original e divertida) e faz-se essencialmente de petiscos, por isso quanto maior for o grupo, mais divertida pode ser a refeição. No nosso caso éramos dois e por isso provamos duas iguarias, mas não negamos que a curiosidade aguça para provar o resto. Lamenta-se o tempo de espera, que para quem quer um almoço mais rápido é um bocadinho demorado por aqui, mas compensa no que os olhos comem quando é servido. Tudo com ótimo aspeto e servido em verdadeiros tachos e panelinhas a fazerem lembrar aquelas com que brincávamos em crianças. Uma mesa colorida e de bom gosto, à medida do espaço, de onde se destaca o expositor de garrafas e a parede rústica de maneira. E não, não revelamos mais pormenores para que se sintam tentados a irem espreitar.

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De sabores, uma comida bem confecionada, saborosa e que corresponde exatamente ao que estamos à espera. Mas o destaque vai para as sobremesas. Pelo menos para a mousse de chocolate da sogrinha. Servida grosseiramente numa tigela de vidro, é para o sabor e para a textura que vai todo o mérito – pelo menos diz o homem que é o mais entendido em mousses.

A hora de pedir a conta não é uma surpresa desagradável e mantém-se dentro dos valores que se têm praticado pela cidade. À saída, ainda um último adeus aos funcionários, a quem nunca faltou um sorriso e que se mostraram disponíveis. Rua acima, depois do repasto, e porque se fazia notar um sol de que agora já temos saudades, descobrimos umas lojas de candeeiros e outras utilidades domésticas. Mas isso é toda uma outra luta e falaremos disso por aqui se se justificar (faço figas para que demore...). Até ao próximo ponto de encontro!

 

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    Obrigada :) ainda bem que gostaste! Fico de coraçã...

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    Sim, faz bem a mesma função e é linda :)